Cheguei no final do Big Brother dessa casa. Diferente da outra, onde os conflitos estavam apenas começando, nesta nova casa os conflitos já tinham sido vividos, muito intensamente, e agora as cicatrizes e aprendizados começavam a ser colocados em prática.
Depois de um dia de trabalho, chego em casa para a minha primeira noite. Um dos moradores veio me explicar em que ponto estava o “Big Brother” e o que aconteceria pelas próximas duas semanas, já que um amigo muito próximo estava indo embora, e nem todos estavam lidando muito bem com essa situação.
Dito e feito. Na minha primeira noite na casa teve uma festa. Tudo bem, eles haviam me perguntado se eu gostava de festas, mas eu não entendia como uma casa silenciosa poderia comportar umas 10 pessoas completamente chapadas de uma hora para outra.
Tudo bem. Não sou tão ingênuo. Saber eu sabia, mas não imaginava que isso ia acontecer na minha primeira noite. Para piorar um pouco a minha situação, uma antiga moradora da casa chega me avisando que aquilo acontecia todos os dias e, por esse motivo, ela tinha saído da casa e que se eu tivesse que trabalhar no dia seguinte teria que dormir com aquela balada.
Eu curti a festa um pouco, mas me senti um pouco excluído. Não conhecia as pessoas e não estava no clima de uma festa tão forte. Até que consegui dormir bem. Pelas próximas duas semanas isso se repetiu, em alguns momentos passando dos limites, em outros extrapolando todo o bom senso.
Mas eu esperava que isso terminasse logo. Comecei a ficar com medo de chegar em casa, pois não sabia o que eu encontraria. Tanto poderia me deparar com meus flatmates conversando no sofá, como dar de cara com 10 pessoas loucas dançando em cima da mesa de centro.
Contava tudo isso para os meus amigos do trabalho, pois tinha que desabafar com alguém. Eles me incentivavam a mudar de casa, procurar um lugar mais tranqüilo. Eu me convencia, mas chegava em casa e não me via mais morando com outras pessoas. Mesmo com aquele caos.
querido Diego,
bom saber de vc, mas decepcionada com o que me relata sobre a convivência por essas terras. o incrível é que os discursos pelo respeito, pela paz e pelo amor são tantos e há tão pouca prática, lamentavelmente entre jovens. que caras estúpidos! viva mas preserve-se, a natureza agradece e eu também!
beijos, saudades, marli (metô)
Olá Bonel !!
Muito legal seu blog.. Acompanhei numa rápida lida sua trajetória, desde sua temporada em Pasárgada, sua saída de SP até o presente momento.. !!
Engraçado q enquanto não chega a data da minha partida, vivencio a experiência de pessoas como vc… Passa como um filme na minha cabeça, mesmo não sendo comigo..rs..
Na verdade tem servido como dicas tmb..
Muita luz e grande abraço..
Dones.
Olá,
Curti o blog, você tem interesse em enviar seus posts para sites de notícias?
Caso lhe interesse criei uma ferramentinha pra nós que usamos o wordpress, para inserir botões de submissão no blog de uma maneira bem fácil, dá uma passadinha na pagineta do projeto:
http://plasticossj4.wordpress.com/jsindexer/
Abraço.
Meu querido amigo,
espero que a situação esteja mais tranqüila e que encontre logo um lugar para onde não tenha medo de voltar todo dia.
Enquanto isso, muita serenidade e paciência.
É preciso…
Abraços,
Gerson